“O luto migratório e o objeto que não morreu: perda ambígua, individuação e os limites do modelo clássico do luto” (2025) Interapia – Revista de Clínica, Cultura e Ciências Mentais, 3(1), p. 42–49. Disponível em: https://editorial.interapia.org/index.php/interapia/article/view/46 (Acesso em: 22 outubro 2026).