[1]
“O luto migratório e o objeto que não morreu: perda ambígua, individuação e os limites do modelo clássico do luto”, Interapia, vol. 3, nº 1, p. 42–49, jun. 2025, Acesso em: out. 27, 2026. Disponível em: https://editorial.interapia.org/index.php/interapia/article/view/46